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CASO TORÍBIO PEREIRA LINS - SP - 02.10.1968
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Por Claudeir Covo e Paola Lucherini Covo
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OBS.:
Este caso foi pesquisado por vários Ufólogos e foi publicado em
primeira mão pelo SBEDV - Sociedade Brasileira de Estudos sobre Discos
Voadores, de responsabilidade do falecido
Dr. Walter Bühler. O texto abaixo foi retirado
dos arquivos do INFA, em fita de áudio, com o depoimento do próprio
Toríbio Pereira. Transcrito por Paola Lucherini Covo e adaptado por
Claudeir Covo. Era 02.10.1968, uma quarta-feira. Toríbio Pereira acorda e se prepara para mais um dia de trabalho. Funcionário da Prefeitura de Lins, SP, o Toríbio tinha a função de tratorista. Um homem de estatura mediana, de origem indígena, olhos negros e cabelos também negros. Não tinha muito estudo. Morava em uma casa bem simples, juntamente com a esposa e filhos, na periferia da cidade. Toríbio saiu de casa e foi para o final da Avenida da Saudade, já quase fora da cidade. Lá estava o trator com que trabalhava, onde tinha deixado no dia anterior. Tinha um enorme barranco para rebaixar.
Obs.: O trator estava estacionado na parte mais alta do barranco e o objeto estava flutuando na parte mais baixa, onde, conseqüentemente, o Turíbio estava vendo o objeto por cima. A cúpula estava aproximadamente um metro abaixo das rodas do trator e na distância aproximada de oito metros.
Toríbio,
com fortes dores na barriga, quase insuportáveis, ficou completamente
paralisado, mas conseguia ver e ouvir tudo. Os seres lentamente entraram
no objeto e ocuparam os banquinhos. A plataforma foi
recolhida para o interior do objeto e uma espécie de cúpula
transparente envolveu os quatro seres. Lentamente o
objeto foi subindo e de repente, sem nenhum ruído, disparou em alta
velocidade, sumindo em poucos segundos. Lentamente,
o Turíbio sentia que as dores na barriga estavam aliviando. Com muita
dificuldade conseguiu descer do trator. Começou a andar para buscar
ajuda. Viu um caminhão na estrada. Era seu amigo Ismael que o levou até
a Prefeitura, onde foi socorrido. Toríbio estava muito fraco e muito
cansado. Tinham enormes olheiras e estava completamente pálido.
Simplesmente estava traumatizado com tudo que lhe aconteceu. Depois que
melhorou foi para casa, onde teve várias crises de choro. Posteriormente,
o Toríbio foi levado para uma unidade da Aeronáutica no interior do
Estado. Ele não soube dizer qual foi essa unidade e nem em que cidade.
Ou não sabia mesmo ou então foi orientado para não falar. Ficou lá
por três dias, onde foi medicado e interrogado pelos militares. OBS.:
Provavelmente eram os militares do IV COMAR - Quarto Comando Aéreo
Regional, de São Paulo, que na época tinham um grupo de pesquisas ufológicas,
o SIOANI - Sistema de Investigação de Objetos Aéreos não
Identificados, comandado pelo Major Brigadeiro José Vaz da Silva. Anos
mais tarde, o Toríbio já morava em São Paulo. Quando se dirigia ao
trabalho, ao passar por baixo do Viaduto Alcântara Machado, na Avenida
Radial Leste, na Zona Leste da Capital, Turíbio viu novamente o mesmo
objeto, que ele dizia ser parecido com o automóvel Karman-Guia. O
objeto estava quase que "grudado" no teto do viaduto. Por
telepatia, ouviu dentro da cabeça: - Não fique assustado, pois só
você está nos vendo. Queremos conversar com você. Assim,
aconteceu a comunicação com esses seres. Disseram que não eram
humanos e que eram de um mundo situado dentro do nosso mundo. Explicaram
sobre a cultura, sobre o mundo deles, a natureza, etc... Toríbio não
entendeu muito bem. Imaginou ser um mundo paralelo ou outra dimensão.
Tais seres também disseram que eram homem e mulher ao mesmo tempo, e
que se reproduziam retirando um líquido da coxa, com o auxílio de uma
espécie de seringa, o qual depois era levado para uma espécie de
incubadora, para realizar a reprodução. Disseram ainda que estavam em
um grau evolutivo acima do nosso e que gostariam de fazer uma experiência
com o Toríbio, pois ele estava muito debilitado. Assim, eles partiram e
foram embora. Toríbio não soube dizer se realmente fizeram algumas
experiências com ele, pois nada sentiu. Toríbio nunca mais viu tais
seres. O último contato que fizemos com o Toríbio, ele morava em
Ferraz de Vasconcelos. Não temos certeza, mas algumas pessoas disseram
que ele já faleceu.
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Claudeir Covo é presidente do INFA e co-editor da Revista UFO Paola Lucherini Covo é diretora do INPU e do INFA
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Instituto Nacional de Pesquisas Ufológicas |