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CASO ANTÔNIO NELSO TASCA
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Por Claudeir Covo e Paola Lucherini Covo Este texto foi adaptado do depoimento pessoal do Antônio Nelso Tasca (não é Nelson) , gravado em vídeo pelo INFA.
Em 14.12.1983, Antônio Nelso Tasca, então
com 49 anos, estava morando na cidade de Barreiras, no extremo oeste do
Estado da Bahia, onde era corretor de imóveis. Nesse dia, ele estava na
cidade de Chapecó, interior do estado de Santa Catarina, visitando a
família, quando resolveu ir na casa do amigo Pedro Cella, residente a
uns dez quilômetros de Chapecó, na Colônia Cella (esse local recebeu
o nome da família). Tanto ele como o amigo Pedro tinham propriedades em
Barreiras, na Bahia. Como Pedro estava para voltar para Barreiras, Tasca
foi até a casa dele para combinar em viajar juntos. Não encontrando o
amigo, Tasca retornou para Chapecó. Por volta da
20:00 horas, a uns seis quilômetros de Chapecó e a uns mil metros da fábrica
de refrigerantes da Coca-Cola, Tasca, sem saber explicar como, entrou no
acostamento da direita, onde recebeu muitos solavancos pelas
irregularidades do solo e em seguida entrou na via à direita, sem
asfalto, onde tem um pequeno trevo e que dá acesso à Granja Tozzo.
Logo que entrou nessa via secundária, a uns trinta metros de distância,
Tasca viu algo que parecia um ônibus da empresa Águia Branca, que era
de Carazinho - RS, devido a sua cor ser um branco-esverdeado. Tasca
parou o carro, abriu a porta e resolveu se aproximar à pé. Logo
percebeu que não era um ônibus, pois não tinha rodas e estava parado,
flutuando a um metro acima do solo. Era um veículo levemente
arredondado, tinha de oito a dez janelas e uns dez metros de
comprimento. Pelas janelas via uma luz pálida que não iluminava para
fora. Tasca nunca tinha visto nada igual na vida. Tasca já tinha andado
uns dez metros quando começou a receber umas ondas de calor, que era
mais forte quanto mais se aproximava do objeto. Resolveu voltar ao
carro. Quando foi abrir a porta, saiu do objeto uma esteira de luz, com
uma largura de aproximadamente um metro, produzindo um clarão
maravilhoso. A esteira veio em linha reta, entrou por debaixo dos pés e
levou Tasca para dentro do objeto. A uns dois metros de distância do
objeto, Tasca percebeu que a fuselagem era fosca e não esverdeada como
imaginou no início do seu avistamento. Ele simplesmente
"apagou". Tasca não
sabe quanto tempo ficou lá dentro desmaiado, pois só se lembra quando
acordou deitado e preso dentro de uma caixa. Estava nu e não conseguia
se mexer. A escuridão era total e as paredes da caixa eram muito frias.
Imaginou que tinha sido enterrado vivo. Ficou desesperado, chorou e
gritou muito. Devido ao frio, Tasca começou a sentir dificuldades de
respirar e já não mais sentia o corpo. Em um certo instante, Tasca
voltou a sentir o corpo novamente, começou respirar normal e percebeu
alguns pequenos seres naquele ambiente, pois sentia e ouvia os passos
dele. Um ficou à direita e outro à esquerda de Tasca. Quando falavam
emitiam pequenos grunhidos que lembravam um cachorro rosnando. Tocaram
nas minhas pernas com algo que não pude identificar. Depois me pegaram
pelas pernas e pela nuca e me levaram para outro ambiente, também
escuro. Logo depois o ambiente se iluminou, meus olhos arderam.
Lentamente, ao me adaptar à luminosidade, percebi que o ambiente era
pequeno e não tinha nada. Nem portas e nem janelas. As paredes pareciam
de alumínio escovado, lisas que nem vidro. Vi meus sapatos e minhas
roupas, devidamente dobradas, no chão próximo a uma das paredes. O
teto tinha uns dois metros de altura. A temperatura do ambiente era
normal. Não tinha nenhuma luminária lá dentro. Parecia que a luz saia
pelas paredes. Meio entorpecido me levantei e vesti minhas roupas e meus
sapatos. Bati com a mão em uma parede e o som ressonou como se fosse
uma parede de concreto, mas não era concreto. A um certo
instante, do nada, abriu uma porta na parede, que deslizou na
horizontal. Do outro lado tinha um outro ambiente, igual ao que eu
estava. Entrou uma mulher e a porta se fechou e desapareceu. Ela tinha
aproximadamente um metro e vinte centímetros de altura, era branca e
lembrava a raça alemã. Os cabelos eram amarelos que lembravam a palha
madura, divididos ao meio e iam até a altura do pescoço. Os olhos eram
azuis e muito distante do nariz, pois ficava quase na lateral do rosto.
O nariz era normal, lábios eram também normais, um pouco grossos pela
altura dela, o queixo era pontiagudo e o rosto era quase triangular.
Vestia um vestido azul da cor de anil, as mangas eram bem soltas e iam
até o meio do braço, sem nenhum enfeite aparente, com um corte em
forma de "T" invertido no pescoço e o comprimento ia até
quase nos tornozelos. Usava uma sapatilha da mesma cor do vestido e sem
meias. As unhas eram normais. A fisionomia era de uma menina de doze
anos, mas ela era bem adulta. Parecia uma autoridade. Tasca se sentiu
pequeno. Era de uma beleza indescritível.
Assim, por telepatia, continuaram o diálogo. Tasca - Vou voltar ao meu lugar? Cabalá - Sim, mas na hora certa, senão você voltará a um lugar muito distante. Cabalá - Temos uma missão muito importante. Tasca - Porque? Cabalá - Porque você sempre acreditou na minha existência. Porque você sempre quis que esse encontro acontecesse. Porque você é dotado de mente cósmica. Nesse instante, Tasca estava com muita sede e a beleza de Cabalá o perturbava muito. Cabalá: Você vai beber agora e a sua sede passará, bem como a sua perturbação.
Cabalá: Nós temos uma missão importante a cumprir. Do nada, na parede, saiu um pequeno sofá, de um metro e pouco de largura. Cabalá sentou lá e suspendeu a saia até o pescoço, se postando na posição que uma mulher ficaria para ter relações sexuais. Tasca sentiu uma ereção e um desejo sexual como nunca tinha sentido antes. A relação sexual foi rápida e com ejaculação precoce. Ao concluir o ato sexual, pela primeira vez Cabalá deu um leve sorriso e disse erroneamente: "AMÓR". Cabalá se levantou, arrumou a saia como se nada tivesse acontecido e telepaticamente disso que iria confirmar uma mensagem para publicá-la ao mundo, até o fim da sua vida. Dirigiu-se ao painel, pegou um diadema que tinha círculos na parte de cima, nas cores verde, vermelho e amarelo e as pontas eram lisas. Ficando nas pontas dos pés, Cabalá colocou o diadema na testa do Tasca, ficando as pontas acima das orelhas. O diadema ficou firme na cabeça e não exercia pressão. Ela colocou a mão direita no peito e a esquerda solta para baixo. Tasca fechou os olhos. Telepaticamente, Tasca recebeu uma longa mensagem, que foi repetida mais uma vez. ''Advertência da Mensageira Cabalá, do mundo de Agali, para os povos da Terra" É
preciso que sejam imediatamente desativadas as armas de guerra capazes
de acabar com qualquer espécie de vida aqui existente. Além de toda a
sua apavorante e mortífera devastação, uma guerra nuclear total
colocará a Terra fora da sua rota celeste e causará graves distúrbios
à vida de mundos vizinhos, alguns em dimensões que o homem terrestre
ainda desconhece. É
preciso que sejam abolidas as denominações políticas, econômicas e
financeiras de nações sobre nações. O imperialismo contraria o
direito de igualdade dos povos e se constitui numa nova e solerte
modalidade de escravidão. É
preciso que sejam preservadas a essência da vida humana e as suas funções
naturais de reprodução. Em estrelas próximas e noutras inatingíveis
ao homem atual, a vida surgiu do sopro do Eterno Espírito criador de
todas as coisas - Deus, razão pela qual não deve ser objeto de experiências
imponderáveis, porque estas terminarão em desastre genético irreversível. É
preciso que, dentro do mais rigoroso critério de justiça e moral, com
vistas para a solução dos problemas sociais resultantes da proliferação
humana desordenada, sejam instituídos órgãos que, por vias científicas
naturais, planejam e executem programas de controle populacional e de
melhoramento biológico do homem. É
preciso que o homem conquiste outros mundos do Universo e ali encontre
lugares adequados para as suas futuras emigrações e novas fontes de
energia e subsistências. Mas antes deve conquistar o seu próprio
mundo, desvendando- lhe os enigmas que ainda existem na terra, no mar e
no ar; conservando-o da sutil pirataria do exterior; e curando- lhe as
imperfeições humanas - do corpo, da mente e do espírito. É
preciso que, atendidas estas exortações, a humanidade esteja preparada
para o período de extraordinários acontecimentos de que a Terra será
palco, dentro de pouco tempo. Os grandes eventos serão prenunciados por
estranhas manifestações telúricas e sinais celestes de magnífico
esplendor e inquietante beleza. Mestres da Suma Sabedoria tornarão a
vir à Terra, renovarão ensinamentos maravilhosos e ajudarão a
estabelecer nova sociedade política. Renascerá o Paraíso Terrestre,
pleno de Luz e Amor. Então, através de meios e energias ora sequer
supostos, o homem conhecerá os côncavo-convexos dimensionais da Terra,
viajará às profundezas do Universo e não sentirá as canseiras do
tempo. E, como sublime conquista da capacidade criadora humana, será
posta em ação a máquina do Poder Absoluto, engenho que, entre muitos
outros prodígios, dará à Humanidade a visão mais feliz e assombrosa
de toda a sua existência e de toda a sua História : a ressurreição
dos mortos na faixa dos 4 xis. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Cabalá:
Agora os nossos mundos estão interligados por uma ponte de 46 pilares e
pelos nossos filhos MADA e MADANA. Paz e amor. A porta se
abriu na parede. Cabalá saiu de costas e Tasca ficou sozinho. Sentiu-se
muito triste. A luz se apagou. Aparecerem novamente aqueles seres
pequenos. Pegaram Tasca pelo cinto e o conduziram para outra sala.
Fizeram Tasca se deitar. O frio começou a ficar intenso e ele desmaiou.
A família
estava desesperada. Tasca foi caminhando até chegar no trevo da
rodovia, momento em que se encontrou com o filho, que estava de carro
procurando o pai. Foram até
o local onde estava o carro, uma Brasília com a placa RD-3399, de
Barreiras - BA. O filho levou o Tasca para o hospital. Perguntaram o que
tinha acontecido e Tasca disse que não sabia. Deram-lhe sedativo e o
dispensaram. Foram para casa. Tasca sentia muita sede, mas não tinha
fome. Bebeu muito suco. Quando foi tomar banho, ao tirar a camisa,
percebeu uma marca nas costas. Um "W" ou um duplo
"V". Tasca voltou ao hospital e o Dr. Carlos Siqueira não
soube informar como a marca foi feita. Pediu para Tasca voltar no dia
seguinte. Quando retornou, junto com o Dr. Carlos Roberto Siqueira Reis,
estavam os médicos Dr. José Antônio Madalosso e o Dr. Júlio Zawadski.
Examinaram as "estranhas queimaduras", fotografaram, mas nada
concluíram como foi feita aquela marca. Estranharam o fato do Tasca não
sentir dor, apesar das "queimaduras" serem do terceiro grau. Não
tinham os característicos sintomas de avermelhamento, não tinha a
formação de bolhas, não tinha inchação e não tinha a perda de fluído
plasmático. Dentro da marca, os pêlos não foram queimados. Nos dias
seguintes formou uma casca de cicatrização, depois saiu e o Tasca tem
a marca até hoje.
Apesar de beber muito, Tasca ficou três dias sem comer. No terceiro dia, se sentiu mal e quis vomitar. Vomitou no quintal e novamente sentiu o gosto da amora branca. Logo depois apareceram os repórteres e essa ocorrência ufológica do Tasca ficou conhecida do público.
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Trinta e oito dias depois o ufólogo
Daniel Rebisso Giese pesquisou o Caso Tasca. Cinqüenta e dois dias
depois da abdução, o Caso Tasca também foi pesquisado pelo médico e
ufólogo Walter Karl Buhler, já falecido. Documentaram tudo. O Dr.
Buhler descobriu na Brasília do Tasca, na cerca de arame farpado e no
cabo de aço de sustentação de um poste da rede elétrica, índices de
imantação magnética variando de dois a cinco Gauss. O texto acima é apenas um resumo do depoimento de Antônio Nelso Tasca. Existem várias dezenas de outros detalhes que aqui foram suprimidos, bem como as próprias conclusões do autor e outras ocorrências. Tudo isso pode ser encontrado, super detalhado, no livro "Um Homem Marcado por ETs", do Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), escrito pelo próprio protagonista. |
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Claudeir Covo é presidente do INFA Paola Lucherini Covo é diretora do INPU e do INFA
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Instituto Nacional de Pesquisas Ufológicas |
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